
O sol que já se punha batia em meu rosto enquanto caminhava para dentro da praça asfaltada rodeada por arbustos amarelados. O vento que soprava por meio as arvores que cercavam o local bagunçava os cabelos que insistiam em me cair sobre a face.
Os fones no ouvido traziam ao meu corpo a melodia suave de um jazz, dando a cena de alguns pombos voando um efeito inimaginável. A mochila vermelha nas costas começava a pesar depois de tanto tempo de viagem. O casaco de moletom caia sobre os ombros mostrando a camiseta fina de tom branco que vestia. O chão acinzentado refletia a intensa e quente luz do sol de fim de tarde em meus olhos. Minha mente se perdia em cada detalhe daquele novo lugar.
Em um banco a minha esquerda, um casal trocava caricias enquanto outras passavam ao meu lado correndo de forma ritmada. Meu peito ansiava por algo, alguém que eu esperei por tempos. A ansiedade corroia cada veia de meu corpo e eu podia sentir minha garganta seca. Meus olhos procuravam ávidos por ela em cada parte da praça, em cada rosto do lugar e em cada célula de meu corpo.
A brisa soprou novamente trazendo um aroma diferente até minhas narinas. Doce e delicado, aquela essência entrou por meu corpo fazendo meus braços arrepiarem. Fechei meus olhos por um instante, parando no meio daquela praça sob a sombra da alta torre da igreja logo em frente.
Novamente aspirei o ar para dentro de meus pulmões sentindo a fragrância daquele perfume. Minha visão escurecida permitia que o resto de meu corpo ficasse alerta e sensível.
Com lentidão, retirei os fones do ouvido e pude ouvir cada som do lugar. As folhas das arvores assobiaram com a dança do vento enquanto os pássaros batiam asas de um galho para outro. Algumas pessoas conversavam enquanto olhavam a paisagem e outras apenas emitiam sons inteligíveis para passar o tempo. Um riso caloroso se fez ouvir por trás de mim.
Meu olfato identificava cada diferente aroma que o lugar oferecia. O cheiro da terra que sustentava flores em um canto da praça estava presente no ar enquanto aquele mesmo perfume rodeava meus pensamentos.
Por fim, abri meus olhos e constatei tudo que meus outros sentidos me indicaram. Rodei sobre meus pés, me virando para o outro lado da praça para me deparar com o que meu coração sempre esperou.
Ela trazia um sorriso bobo nos lábios enquanto suas mãos estavam apoiadas na cintura. Tão pequena e frágil. Seus olhos verdes eram intensos e miravam minha face certamente abobalhada. Aquele simples minuto pareceu uma eternidade desesperadora para mim. Enquanto meus olhos corriam por ela, eu ouvia meu peito gritar. Sem raciocinar muito, soltei a mochila que incomodava meu ombro e impulsionei meu corpo para frente, em sua direção. Seu sorriso se expandiu e agora ela estava com os braços abertos.
Nossos corpos se chocaram poucos segundos depois e eu pude aspirar o perfume que me penetrara o organismo alguns instantes anteriores. Seu pescoço exposto pelos cabelos curtos e castanhos era a fonte do aroma que me inebriava.
Seus braços pequenos estavam apertados no meu pescoço enquanto seus pés balançavam no ar. Ela estava envolvida em um abraço apertado enquanto nossos corpos rodavam e ela gargalhava.
Suas bochechas quentes contra a minha pele deletava sua face corada. Meu coração acelerou dentro do peito ao afastar um pouco nossos corpos e me deparar com os círculos de cor púrpura que formou nas maças delineadas de seu rosto fino.
Nossos rostos estavam próximos e eu podia sentir sua respiração mesclar com a minha. Sua boca semi-aberta era convidativa demais. Toquei-lhe os lábios suavemente, experimentando a maciez. Nossos corpos inspiravam ofegantes o ar para os pulmões. Ela sorriu entre os beijos e disse que me esperava.
Eu sorri e coloquei uma mexa de seu cabelo liso para trás da orelha, colando novamente nossos lábios e puxando seu corpo novamente rente ao meu. Ela estremeceu em meus braços, respondendo as caricias de minha boca.
Retirei seus pés novamente do chão, e gargalhando a rodei outra vez no ar apertando-a em meus braços.
Os fones no ouvido traziam ao meu corpo a melodia suave de um jazz, dando a cena de alguns pombos voando um efeito inimaginável. A mochila vermelha nas costas começava a pesar depois de tanto tempo de viagem. O casaco de moletom caia sobre os ombros mostrando a camiseta fina de tom branco que vestia. O chão acinzentado refletia a intensa e quente luz do sol de fim de tarde em meus olhos. Minha mente se perdia em cada detalhe daquele novo lugar.
Em um banco a minha esquerda, um casal trocava caricias enquanto outras passavam ao meu lado correndo de forma ritmada. Meu peito ansiava por algo, alguém que eu esperei por tempos. A ansiedade corroia cada veia de meu corpo e eu podia sentir minha garganta seca. Meus olhos procuravam ávidos por ela em cada parte da praça, em cada rosto do lugar e em cada célula de meu corpo.
A brisa soprou novamente trazendo um aroma diferente até minhas narinas. Doce e delicado, aquela essência entrou por meu corpo fazendo meus braços arrepiarem. Fechei meus olhos por um instante, parando no meio daquela praça sob a sombra da alta torre da igreja logo em frente.
Novamente aspirei o ar para dentro de meus pulmões sentindo a fragrância daquele perfume. Minha visão escurecida permitia que o resto de meu corpo ficasse alerta e sensível.
Com lentidão, retirei os fones do ouvido e pude ouvir cada som do lugar. As folhas das arvores assobiaram com a dança do vento enquanto os pássaros batiam asas de um galho para outro. Algumas pessoas conversavam enquanto olhavam a paisagem e outras apenas emitiam sons inteligíveis para passar o tempo. Um riso caloroso se fez ouvir por trás de mim.
Meu olfato identificava cada diferente aroma que o lugar oferecia. O cheiro da terra que sustentava flores em um canto da praça estava presente no ar enquanto aquele mesmo perfume rodeava meus pensamentos.
Por fim, abri meus olhos e constatei tudo que meus outros sentidos me indicaram. Rodei sobre meus pés, me virando para o outro lado da praça para me deparar com o que meu coração sempre esperou.
Ela trazia um sorriso bobo nos lábios enquanto suas mãos estavam apoiadas na cintura. Tão pequena e frágil. Seus olhos verdes eram intensos e miravam minha face certamente abobalhada. Aquele simples minuto pareceu uma eternidade desesperadora para mim. Enquanto meus olhos corriam por ela, eu ouvia meu peito gritar. Sem raciocinar muito, soltei a mochila que incomodava meu ombro e impulsionei meu corpo para frente, em sua direção. Seu sorriso se expandiu e agora ela estava com os braços abertos.
Nossos corpos se chocaram poucos segundos depois e eu pude aspirar o perfume que me penetrara o organismo alguns instantes anteriores. Seu pescoço exposto pelos cabelos curtos e castanhos era a fonte do aroma que me inebriava.
Seus braços pequenos estavam apertados no meu pescoço enquanto seus pés balançavam no ar. Ela estava envolvida em um abraço apertado enquanto nossos corpos rodavam e ela gargalhava.
Suas bochechas quentes contra a minha pele deletava sua face corada. Meu coração acelerou dentro do peito ao afastar um pouco nossos corpos e me deparar com os círculos de cor púrpura que formou nas maças delineadas de seu rosto fino.
Nossos rostos estavam próximos e eu podia sentir sua respiração mesclar com a minha. Sua boca semi-aberta era convidativa demais. Toquei-lhe os lábios suavemente, experimentando a maciez. Nossos corpos inspiravam ofegantes o ar para os pulmões. Ela sorriu entre os beijos e disse que me esperava.
Eu sorri e coloquei uma mexa de seu cabelo liso para trás da orelha, colando novamente nossos lábios e puxando seu corpo novamente rente ao meu. Ela estremeceu em meus braços, respondendo as caricias de minha boca.
Retirei seus pés novamente do chão, e gargalhando a rodei outra vez no ar apertando-a em meus braços.
'Espero que gostem.
Comentem!
Obrigado,
Rodrigo.
Uooooown *-*
ResponderExcluirAmei, driiigo!
Jasper <3
OMG! Não acredito que foi voocê que escreveeu isso! *--*
ResponderExcluirQue liindo...
ResponderExcluirAmeei demaiis!