quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Enquete'
Eu estou participando de uma comunidade no orkut, sobre FanFics do Twilight [traduzindo: FanFic: Historias criadas por fãs; Twilight: Filme/Serie de 4 livros inspiradas no amor entre um vampiro 'vegetariano' e uma adolescente.]
E o negocio é o seguinte....
Eu resolvi começar a escrever uma Fic, então gostaria de saber se eu deveria posta-la aqui no blog tambem.
Entao...se puderem responder a enquente que ficara ali no lado
;D
Comentem!
Obrigado,
Rodrigo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Tranquilidade'
"Há uma alma em mim... Há uma calma que não condiz... Com a nossa pressa! Com resto que nos resta... Lamentavelmente eu sou assim... Um tanto disperso... Às vezes desapareço... Pois depois recomeço... Mas antes me esqueço..." (O Teatro Mágico)Às vezes, mergulhado a uma tranqüilidade agonizante, me sinto como uma folha que flutua sobre um mar agitado ou como um pássaro que plana num céu tempestuoso.
Em meio a tiros e gritos, eu caminho rumo à inerência. Rumo a um sossego indestrutivel.
Eu sigo as pedras sem ver o que deixo para trás. Todas as mortes, todas as lagrimas. Nada me trará de volta a realidade.
Alheio ao resto eu continuo preso em mim mesmo. Em meus pensamentos. Nada chega a mim. Nem mesmo a felicidade.
Eu me sinto leve, mas com pesos presos aos meus pés. Eu vejo a mim. Eu vejo a você.
- O que acontece com você? Está tão estranha, tão distante...
Eu sigo em minha cápsula sem entender o que vejo ao meu redor. Sem poder voltar. O que eles dizem? O que eles fazem? - Não importa! - diz a voz em minha mente.
E assim eu continuo, sempre em frente. Passam cidades, pessoas, lugares, dores, sofrimento e nada disso me afeta, nada me desarmoniza. Eu me protejo na tranqüilidade estonteante. –Isso ta errado! –
Eu caminho sobre a morte, sobre o sofrimento e nada disso toca minha face. Como? Eu flutuo sobre abismos intermináveis e me mantenho sobre águas revoltas. E isso não me abala. Por quê?
Como em uma bolha, eu sigo o vento. Sem destino ou direção, eu vago entre as famílias desesperadas, entre os corpos ao chão. As lagrimas não rolam meu rosto, elas estão tão presas quanto eu.
Eu vejo a desgraça atravessar meu caminho e não consigo desviar o olhar. Hipnotizado eu a sigo sem hesitar. Ela permanece majestosa sobre o pranto. E eu sinto o sofrimento que não é meu… a tranqüilidade inabalável, inatingível finalmente perde sua força pouco a pouco, me tornando vulnerável a toda dor, a todo o pranto. Os abismos em que passava antes sem sequer temer, agora se abrem em meus pés, me tragando para baixo. Puxado para a escuridão escuto sons inaudíveis antes de dentro de minha bolha. Gemidos, grunhidos, tiros e sofrimento.
Do fundo de um poço sem saída, sinto o calor em minha face. O vento em meus cabelos. O sol em minhas pálpebras. Abro meus olhos e vejo que a praça continuava a mesma, as pessoas continuavam a rir e conversar. Os pássaros cantavam na árvore acima de minha cabeça. De fato, aquela realidade não me pertencia, a dor, o pranto, a desgraça, as lagrimas. Nada daquilo parecia real ali, naquele jardim. E toda aquela tranqüilidade impenetrável de outrora não se passava da falta de consciência. De um sonho.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Por Você'
Aqui onde a verdade me encara os olhos. É difícil te ver. O doce vento da decepção sopra em meu rosto, dissipando qualquer fagulha de ilusão que seu olhar insiste alimentar em meu ser.
Agora percebo o que acontecera, e visualizo todo o tempo perdido. O arrependimento que tanto esperei para consolar qualquer ferida ainda não surgiu no horizonte. Eu já não choro mais por ti, também pudera.
Há tempos você se foi e isso marcou inconfundivelmente minha alma. A falsidade de suas promessas queima como chamas deformam um punhado de folhas secas, se regorjeando em forma de um bailar infernal.
A realidade preenche cada centímetro desse lugar e consome qualquer esperança que eu tenho em ter você finalmente em meus braços.
O que não foi mais que um sonho, hoje é um objetivo cada vez mais distante, inalcançável como você sempre fora.
Foi na frieza de seus braços que eu me entreguei sem pensar, foi pela falsa imensidão de seus olhos que tracei caminhos inatingíveis. Sim, foi por você!
Minhas noites que até então não conhecia a dissimulada luz de seu sorriso, hoje procuram a verdadeira claridade.
Eu prometi e assim será feito! Você, insubstituível que é, será permanente em minha consciência, me impedindo de falhar novamente, de cair.
Você me fortaleceu com sua fraqueza e por isso hoje caminho. Por entender que de nós, você foi o verdadeiro elo fraco da corrente que não conseguiu sustentar nada mais que falsas pretensões, eu estou de pé.
E assim será. Sempre! Eu e você. Duas paralelas que de fato não se cruzaram, dois destinos opostos, dois corações em diferentes freqüências. Duas mentes desconectadas em meio á multidão em que nos projetamos.
Aos poucos saio desse quarto em que você me aprisionou, e com minhas próprias pernas decido meus passos, que antes direcionados pelas suas melosas palavras que me envolvia e me tragava a solidão. Andavam desnorteados.
Dia após dias, minhas lagrimas deixavam meus olhos e se repousavam em meu travesseiro, lutando intensamente contra a escuridão de um eclipse e eu venci! Por você eu me livrei de qualquer corrente e sigo em frente. Por você hoje estou onde estou, e principalmente, por você eu não erro mais!
'Espero que gostem!
Comentem!
Obrigado,
Rodrigo.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Preciso'
[I need you, I search you but I dont find your hand for hold me!]
Eu sinto seu calor tocar minha face, te procuro na ausência de cada cômodo. Corro para você e o que encontro é só a sombra, eu te busco, eu te procuro e não chego a nada. Eu ouço seu chamado pelas escadas e eu sigo sua voz, mas não te encontro.
Eu sinto seus braços me envolvendo em meus sonhos, mas não te vejo pela manha ao meu lado. Eu sinto teu perfume e isso me domina, me controla.
Eu te sigo sem ver seu rosto. Eu te sinto sem ao menos tocar sua pele de seda. Eu me lanço na ilusão de sua presença e me perco na solidão de minha mente.
Meus lábios procuram seu pescoço e faz juras eternas ao vento.
Eu te aguardo com flores e te recebo com sorriso, mas o que vem até mim são apenas sonhos, falsos sonhos. E você? Quando você finalmente aparecerá em minha frente, tornando real tudo que imagino agora, em realidade?
Eu preciso de seu toque, eu preciso de suas palavras. Eu preciso de você para habitar esse grande espaço vazio que se aumenta dia após dia em meu peito.
Eu preciso flutuar na melodia da sua voz, eu quero me perder na imensidão de seus olhos e me embriagar com sua presença. Sim, é o que de fato preciso! Necessito e exijo nesse momento. Você aqui, é pedir demais a vida?
Você é minha necessidade, eu preciso de você. Como o Sol precisa da Lua, eu preciso de sua atração, como a água precisa do fogo, eu preciso do equilíbrio que encontro em ti. Como esses elementos que não se misturam eu necessito de seu magnetismo me atraindo e me satisfazendo.
E mais uma noite eu me perco em meus lençóis correndo a seu encontro e apenas ganho um sorriso apagado que como o ar alimenta as chamas de meu coração, incendiando minha alma. Apaziguando meu ser. Revoltando minha ilusão e atordoando meu espírito.
Eu te esperarei como sempre o fiz, e lhe agradeço por abastecer minha mente com sua doçura e saciar meus desejos com seu bailar eterno.
Seus segredos me fascinam e me impulsiona a lutar. A seguir, passo após passo!
Serei eternamente grato por seus encantos, minha vida. Meu amor, meu tudo.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Vazio'
Não me levantaria hoje da cama se não fosse pela prova final de Física que me encontro em uma situação precária de notas, não era de todo um mau aluno, mas meus pensamentos insistiam em não estarem de acordo com as leis da física e não me permitia entender qualquer outra formula que me facilitasse a vida caso a vontade de permanecer na cama me forçasse a fingir uma desculpa qualquer para faltar a aula e perder a prova.Me coloquei de pé num salto e logo minha mente rodou em volta de meu corpo por não esperar o movimento brusco. Algo, além da tontura me incomodava, uma nova sensação, uma sensação de estabilidade agonizante. Isso me fazia querer me acostumar com aquele sentimento de que o dia seria igualmente entediante como o anterior, mas ainda não me conformava com o comportamento que meu peito assumira de não permitir mais que a nevoa de tristeza e melancolia dominasse meus sentidos como fizera nos últimos meses, levando meu humor para um passeio masoquista de montanha-russa me deixando agora com um vazio alarmante no meio do peito. Era assustador imaginar que meu coração apenas pulsava por ter que levar sangue ao resto do corpo e não por encontrar um olhar que me confortasse, ou encontrar lábios ansiosos pelos meus e até mesmo sentir um outro coração bater em meu abraço. Um desperdício de função diria.
A saudade de um passado próximo já era controlada, aquilo não me pertencia mais, tinha conseguido trancar-la em algum lugar da memória e que se confundia com a imaginação da onde não deveria ter saído, porem não era isso que tomava minhas noites de sono, agora o que me roubava qualquer esperança de um dia pelo menos alegre era o futuro. Desviando sabiamente o rumo que esses pensamentos novamente me levaria enquanto pegava meu caminho para a escola tentei me concentrar na prova que me esperava no campo de batalha que já podia avistar logo ali, na frente.
As minhas estratégias com o inimigo não duraram por muito tempo, faria o meu melhor e ponto. Se não fosse suficiente para domar a física de uma maneira absurdamente simplificada e básica para entrar em uma faculdade razoável, teria mais certeza que deveria desistir de tudo, mas que de qualquer coisa e virar um musico talentoso, não que meus talentos tivessem a altura de qualquer forma de coordenação motora, mas talvez para isso me esforçasse de verdade.
Logo o inimigo me encarava nos olhos e eu já suava frio, eu tinha que me concentrar, eu tinha que lembrar daquela maldita formula que o professor explicará no dia em que eu me distrai enquanto classificava o nível da dor que me afligia naquele dia. Finalmente uma luz brilhou no fundo de minha mente e eu consegui montar um esquema sobre velocidade, tempo, distancia e qualquer outra grandeza que conseguia me empurrar ainda mais pra baixo no abismo que estive caindo nas ultimas semanas, faltando poucos minutos para acabar o tempo, entreguei minha prova e corri desesperadamente para fora da sala antes que fosse acorrentado e forçado a fazer qualquer outra avaliação repugnante. Com sucesso escapei.
Nunca fui um ícone de popularidade em toda minha vida escolar e isso me proporcionava momentos de reflexões internas que mesmo meus poucos amigos mesmo me apoiando, nunca conseguiria entender, não que eu fosse algum superdotado mentalmente ou candidato à próximo mártir do século, mas tinha pensamentos e sentimentos incrivelmente inadequados para minha vida atual.
E foi num desses momentos totalmente a parte da realidade que me rodeava, que pensei no quanto que eu sentia a falta de perceber meu sangue queimar e correr acelerado nas minhas veias por estar perdidamente apaixonado, ou correr triste e friamente por estar terrivelmente rejeitado. Isso me forçou a chegar a uma conclusão menos prazerosa do que o conceito que iniciei minha meditação, que eu apenas seguia, seguia puramente e insignificantemente vazio, não como um jarro sem água ou como um prato sem alimento, mas como um imenso quarto branco. Pleno, refletindo qualquer emoção que não me causasse transtorno, harmônico e... vazio.
Basicamente era dessa forma que me sentia, um quarto branco vazio que não se era permitido permanecer nada alem do vácuo dentro. Meu coração agora não se exaltava por nada ou ninguém, ele apenas batia, batia e pulsava o sangue necessário para minha sobrevivência e isso me dilacerava, mas o quarto continuava ali, intacto e inabitável.
E será assim que seguirei até que, por sorte, encontre alguém que porte a chave correta para adentrar em meu quarto branco inatingível e assim dar novamente algum sentido a esse ‘tum-tum’ que pulsa em meu ser.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
A Palavra'

As vezes, tambem a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguem a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia disse uma palavra que fez bem a alguem. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraida que eu disse com naturalidade porque senti no momento - e depois esqueci.
Alguma coisa que eu disse distraido - talvez palavras de algum poeta antigo - foi despertar melodias; esquecidas dentro da alma de alguem. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coraçao do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças."
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Tempestade'

"Seu amor foi como uma tempestade de verão, rapida e desastrosa. No começo sentia suas gotas refrescarem minha alma, hoje vejo a destruiçao que causou ao meu coraçao"
Bom gente's...Eu coloquei essa frase aqui, por que eu AMO demais! ;P e modestia a parte (não lembro da onde eu me inspirei) fui eu que fiz ;P Ela ta la no antigo blog ¬¬' [Que queime no fogo do inferno quem roubou!] Entãao esta ai!
Não esquece de dar uma passadinha la no blog antigoo heeim! naao vai ter nada novo, mas minha vida de pseudo-escritor esta inteirinha lá!
www.youareverything.blogspot.com
neem comenta lá! ;P Comente cá!
Obrigado!
Pensamentos'
Pensamentos avançam em minha cabeça com a mesma delicadeza e força que um leão ataca uma presa que repousa a deriva.Eles dominam meus sentidos e cegam meus olhos para dar total vivacidade e realidade a seus poderes.
Eles controlam meu corpo, transformando cada partícula em uma chama que consome qualquer sentido de razão.
Os pensamentos prendem de tal forma meu ser, impossibilitando qualquer outro sentimento de se destacar contra sua força.
Pensamentos, pensamentos e pensamentos.
Aliado a ilusão, contestam meus conceitos de certo e errado, me transforma.
Eles te trazem aos meus braços e depois te leva sem ao menos uma explicação.
Eles te prometem a mim, eles me induzem a voar alto e sem se importar com o resto, me puxam pra baixo.
Como um anjo você preenche minha mente, e como um pesado fardo habita em meu coração.
O pensamento como um dia de sol, faz brotar esperança em meu ser e como uma tempestade violenta me traz o caos.
E eu vejo você lá, me esperando de braços abertos e isso é pura ilusão, mas meu pensamento aprisiona a razão sem me deixar lutar contra esse sonho bom, falso.
Talvez, um dia minha mente se silencie e que nesse momento você esteje longe, longe o bastante para não sobreviver a qualquer migalha de esperança.