sexta-feira, 6 de março de 2009

Doce Sedução'


“Aquele gosto amargo do teu corpo ficou na minha boca por mais tempo. De amargo então, salgado ficou doce. Assim que o teu cheiro forte e lento fez casa nos meus braços
e ainda leve e forte, cego e tenso fez saber que ainda era muito
e muito pouco. Faço nosso meu segredo mais sincero e desafio o instinto dissonante.
A insegurança não me ataca quando erro e o teu momento passa a ser o meu instante.
E o teu medo de ter medo de ter medo não faz da minha força confusão”

(Legião Urbana)

O lugar tinha uma iluminação baixa e agitada sobre a pista de dança dando ao ambiente um forte teor de luxuria que exalava por todos os poros.


Num piscar de claridade a luz refletiu seu copo. Suas mãos claras com unhas vermelhas sustentavam o liquido dentro da taça. Dirigiu o conteúdo até seus lábios cheios e convidativos, sorvendo o álcool perigosamente, atraindo meus sentidos para seu corpo.


A musica embalava o suor de seu colo decotado me tragando para o meio da pista ao seu lado.

O pudor ficara junto com meu copo de whisky vazio no balcão me empurrando para o abismo do prazer. Meus músculos se contraiam, à medida que sua pele tocava na minha, arrepiando toda e qualquer superfície de meu corpo.


Sua costa fria em contraste ao meu peito em chamas fazia todo o lugar incendiar de desejo e paixão. Seu quadril travava uma luta excitante contra o meu no ritmo de uma dança sensual. Fatal.

Sem outro som alem dos gemidos, o desejo e a libido dominavam meu ser sem me permitir sentir a dor aguda de suas unhas vermelhas em meu ombro e diminuir as ondas elétricas que partiam de seu corpo e terminavam no meu.


Seu suor era inebriante, o calor dominava nossos instintos, controlando nossos corpos que se digladiavam um contra o outro em movimentos lentos e prazerosos. Seu gosto me embebedava, viciando. Ela exalava puramente a excitação. Eu estava entregue a seu corpo pouco coberto com um tecido leve e macio, rubro como o sangue, que transpirava seu mais intimo desejo.

Eu a teria possuído ali, no meio do salão se todos os rápidos holofotes não fossem direcionados para nosso show particular de erotismo.


Seus dedos curtos e provocantes seguraram meu colarinho levando-me ao êxtase de sua companhia fora daquele ambiente que já tinha o odor do sexo.

Ela me grudou a nuca me causando sensações indescritíveis, trazendo para si todo e qualquer parte de meu corpo que lhe desejasse.


Ela me consumia em doses grandes e com volúpia. Um viciado com uma única dose de seu combustível ilegal favorito. Chegando ao êxtase pude sentir todo meu ser se esvair por aquela mulher sedutora, eu seria dela em qualquer noite que ela assim quisesse.

Ela me absorveu em seu ser interminavelmente por aquela noite inteira me levanto a inerência de prazer.


Meu corpo só reagiria ao seu toque e o de mais nenhuma outra. Eu era sua satisfação enquanto ela me tornava mais um viciado em seu prazer incessante. E eu desejara isso para toda minha eternidade se assim soubesse ao menos o seu nome. A noite acabara com a mesma ansiedade que se iniciou naquele salão em que meu corpo a conduziu ao delírio do sexo.


Eu a desejava mais e mais, tornando nosso toque interminável. Eu a queria mais e mais sem me cansar de seu cheiro que despertava em mim os mais primitivos desejos de prazer.


Estavamos cansados e suávamos muito, era aquele o auge de nossa noite de luxuria e prazer, ela me queria mais que o ar que puxávamos para nosso pulmão e eu a desejava demasiadamente. Enfim, satisfeitos e saciados ela se foi com o mesmo olhar provocante e sedutor.

'Espero que gostem.

3 comentários:

  1. Meu Deus Drigooo.....q texto é esse??


    vou ter q tomar banho gelado agora

    ahsuahsuhaushauhsu


    ameiii


    mtu mtu mtuu bom

    ResponderExcluir
  2. "tag: Textos eróticos (y)"

    aiushaiushauiSHAUIshiauhs
    UIIIIIIII (6)
    Drigo peeeeeeervo 66*
    Beijos, adorei (:

    ResponderExcluir
  3. Gente...
    Que texto é esse?

    E vc disse que n teve influência da fic?

    OMG

    ResponderExcluir